Liderança Sistemico

6 razões para fazer coaching via internet na VoceVencedor.

Vendas

Mas, será que fazer Liderança na VoceVencedor , é uma bela maneira de aumentar a sua capacidade de executar em um ambiente altamente competitivo. Não só é um treinador de negócios melhorar os pontos fortes da sua empresa, mas também pode ajudá-lo a tornar-se melhor em levando seu negócio de sucesso.

A principal vantagem de fazer Liderança na VoceVencedor é que o acompanhamento é individual, e podemos prosperar rapidamente na nossa carreira ou mesmo vida pessoal.

Quando você considerar este serviço, você está fazendo basicamente uma declaração que você está olhando para o futuro. O que está fazendo quando você contratar um treinador é essencialmente redescobrindo seu potencial e o de sua empresa e fazendo novas medidas no sentido de alcançar isso. É por isso que o Liderança é algo que cada proprietário de negócio lá fora deve considerar. Além disso, confira estes benefícios notáveis:

Liderança

-Ficar de boa para excelente – alguns proprietários de negócios precisam de um curso de liderança ou uma palestra de motivação realmente tem um monte de ir sobre seu trabalho e o negócio são responsáveis para. Com certeza, que eles têm os recursos e habilidades para sustentá-la, podem realmente estabelecer um bom nome para suas marcas e tomar um mercado pela tempestade. No entanto, muitas vezes há uma necessidade de algo um pouco mais que um treinador de negócios pode apresentar. Os ônibus são mais do que capaz de empurrá-lo para chegar a esse objetivo extra e responsabilizá-lo por seu progresso.

Treinamento Online - fazer você ter o que é preciso para começar a treinar Online?

em VoceVencedor ?

Ao procurar uma formação para me tornar Coach, eu acabei recorrendo ao melhor meio de busca e mais conhecido, o Google. Liguei para muitas escolas e tive bons retornos, troquei muitos e-mails e corri atrás de bastante informação, bem como indicações.
Porém, se tivesse um local imparcial no qual todas estavam listadas, facilitaria bem a minha pesquisa na época.
Hoje é exatamente isso que vim oferecer para vocês, claro que não é um guia definitivo de escolas de Coaching do Brasil, até porque com certeza existem outras várias para cada região que você procura, porém eu peguei algumas que já ouvi falar e conheço pessoas que se formaram, outras que achei uma abordagem diferenciada e assim fui selecionando as escolas que vou abordar aqui hoje, cujos logos estão na imagem principal.
Vou falar das escolas em ordem alfabética para facilitar a sua busca e organização caso tenha alguma específica em mente. Após informações sobre elas, vou fazer alguns comentários importantes para facilitar a sua decisão.


Academia Brasileira de Coaching – ABRACOACHING


 
A ABRACoaching oferece em suas formações uma parte de Marketing muito interessante, o que considero um dos grandes diferenciais dessa escola. Bruno Juliani, presidente e treinador da academia, é muito ativo nas mídias sociais e passa através de seus conhecimentos e experiências nesse meio, além das capacitações de Coaching, conteúdo direcionado para seus formados seguirem com sucesso através do Marketing. Além disso possuem formação online, o que também chama atenção para àqueles que não tem disponibilidade para participar de um curso no modelo de imersão.


ACT Coaching


 
Essa escola tem uma atuação muito forte na parte executiva e de liderança, a começar pelo seu presidente Thiago Geordano, cujo currículo é muito forte em desenvolvimento de cargos mais elevados dentro das organizações. A proposta da ACT demonstrada no seu slogan “Em todo Brasil nós treinamos líderes” fica bem clara e fácil de entender para aqueles que procuram cursos mais focados em liderança e organizações.
Instituto Brasileiro de Coaching – IBC
O IBC talvez seja hoje a maior instituição de Coaching do Brasil em termos de número de formações e escolas espalhadas pelo país, além de oferecer diversas formações em todas as áreas, tanto voltado para liderança e empresas como voltado para vida pessoal e desenvolvimento individual. Possui metodologia própria criada pelo seu presidente José Roberto Marques, que é uma figura muito reconhecida na área de desenvolvimento humano e um dos pioneiros de Coaching no Brasil.


Núcleo Brasileiro de Coaching – NBC


 
O NBC faz parte do grupo IMAP – Instituto Matrix de Alta Performance, que trabalha com desenvolvimento pessoal em vários sentidos. Ela atua em São Paulo e oferece como diferencial a garantia que seus recém formados Coaches tenham a capacidade de iniciar sua missão antes mesmo de completar os dois módulos que compõe a formação.


Sociedade Brasileira de Coaching – SBCoaching


 
O SBC é a instituição pioneira de Coaching do Brasil e uma das maiores em termos de estrutura e formações. Possui metodologia própria e uma gama de cursos voltados para todas as áreas do desenvolvimento humano. Chama muita atenção a preocupação com a ética e profissionalismo das técnicas que a instituição oferece através de seus fundadores Villela da Mata e Flora Victoria, que são pioneiros e responsáveis diretos pelo grande crescimento do Coaching no Brasil.


Sociedade Latino Americana de Coaching – SLAC


 
O SLAC é uma grande referência não só no Brasil, mas na América Latina. Seu presidente Sulivan França é um dos pioneiros em Team Coaching e Leader Coaching, o que atrai muitos profissionais executivos para suas formações. A escola tem um grande portfólio de formações e é a primeira a trazer um MBA em Coaching para o Brasil em conjunto com a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Tem em sua metodologia as bases de Coaching aplicada mundialmente, formando pessoas pela América do Sul.
 
  Vendas Neste domingo, dia 15 de outubro, comemoramos o dia do professor e, reforçando o papel desse profissional na nossa sociedade, apresentamos como o coaching pode ajudar na evolução de educadores e na construção de um sistema educacional melhor para o nosso País.
Embora a figura do professor seja de extrema importância para o desenvolvimento da nossa sociedade e para o futuro do País, ainda hoje, infelizmente, trata-se de uma profissão pouco reconhecida e respeitada no Brasil.
De acordo com a pesquisa internacional realizada pela a OCDE, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, no Brasil, o professor ganha menos que a metade da média salarial de sua categoria, comparado a outros 46 países avaliados.
Já na pesquisa de educação, que estima o desempenho dos alunos, a média de anos que passam na escola e a porcentagem que chegam até o ensino superior, dentre os 36 países avaliados pela OCDE, o Brasil ocupou a penúltima posição no ranking.
Os resultados apresentados mostram um sistema educacional precário, sem infraestrutura, recursos didáticos e incentivo governamental, que refletem no desengajamento de seus educadores e em alunos desmotivados que abandonam a escola cada vez mais cedo, sem a expectativa de um futuro melhor.
É neste cenário crítico que o coaching na educação surge como a esperança de um futuro melhor para a nossa sociedade.
O coaching na educação
A evolução da educação em qualquer país depende bastante da infraestrutura e do incentivo por parte do governo. No entanto, mesmo com verbas deficitárias e outros problemas, o resultado ruim alcançado pelo Brasil poderia ser melhorado com a atuação de coaches nas instituições de ensino.
Além de motivar e assessorar o professor para que ele alcance seus objetivos por meio do coaching, o profissional consegue maximizar suas competências e ainda engajar e estimular os alunos a buscarem melhores resultados.
A partir daí, o coach pode ampliar a consciência dos alunos e dos professores em relação a todo o processo educacional. O ponto principal é tirar de ambas as partes o papel de agente vitimado do processo, fazendo-os olhar sempre em frente, visando o futuro e o sucesso.
Coaching nas escolas: modificando a consciência de alunos e professores
Os alunos não podem se limitar a pensar que o que é ensinado em sala de aula é meramente algo desinteressante e monótono. Eles precisam compreender que o que estão aprendendo é essencial para o futuro deles, tanto profissional quanto pessoal.
O papel do coach é fazer com que os professores ampliem sua visão, reaproximando-os com seus antigos ideais e propósitos, aqueles que os levaram a lecionar.
Eles verão o impacto positivo de seu trabalho, voltando a entender que o esforço e a dedicação deles estão intimamente atrelados ao futuro de seus estudantes.
Instituir o coaching nas escolas aumenta a cooperação entre os envolvidos, alunos, pais e professores, e contribui para o sucesso do sistema educacional, algo primordial para o desenvolvimento da nossa nação.

Como mudar de carreira?

A essa necessidade de fugir da mesmice, o sociólogo francês Gilles Lipovetsky dá o nome de “don juanismo”, em alusão ao personagem Don Juan, do espanhol Fray Gabriel Telles, o qual conheceu mais de 1.000 mulheres. Para Gilles, o ser humano é um colecionador de experiências e teme que a vida passe sem que ele aproveite as diversas oportunidades (profissionais inclusive) que estão aí.
“Lutamos contra o tédio”, diz ele. Há também entre as pessoas que integram a força de trabalho hoje uma maior necessidade de encontrar satisfação no emprego. Mais que isso, há um desejo de fazer algo que traga felicidade. “Passamos da época em que o trabalho tinha de ser algo penoso”, explica Tania Casado, professora de comportamento organizacional da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP).
“Ele é uma etapa importante da vida. Por isso, tem de trazer realização.” Um terceiro motivador de mudança está relacionado ao ideal de sucesso, ou melhor, à angústia que muita gente sente por considerar que não se enquadra num estereótipo de vencedor.
“Atualmente, há um exagero de padrões: você precisa ganhar bem, ser conhecido, ser realizado”, diz a filósofa Bia Machado, professora da Casa do Saber, de São Paulo. “Quem não se enquadra fica desnorteado.” A saída, diz Bia, é fazer um processo de autoconhecimento e pensar a carreira no longo prazo. A pergunta a ser respondida é: “O que é bom para mim e só para mim?”.
Encontrar as respostas para essas e outras perguntas não precisa ser um exercício solitário. As redes sociais são um ótimo caminho para conhecer pessoas que já passaram por esse processo. No LinkedIn, dentro do canal Grupos, digitando “transição de carreira” você encontra pelo menos dez referências para comunidades que tratam do assunto. Uma delas é a Espaço dos Saberes, formada por 71 usuários.
Entre eles, orientadores de carreira da consultoria DBM, de São Paulo, que atua no segmento de outplacement, que nada mais é do que a recolocação das pessoas no mercado de trabalho. Entre seus clientes estão as maiores empresas do Brasil. Elas contratam a consultoria quando passam por processos de fusão ou reestruturação interna, com grande número de demissões.
Há alguns anos a DBM percebeu que mais pessoas, executivos em sua maioria, chegavam ao seu escritório querendo encontrar um novo horizonte de trabalho. Então montou um departamento de orientação de carreira. No último ano, quatro em cada dez clientes optaram por mudar de trajetória. Há dez anos, quando o serviço foi iniciado, de cada dez clientes apenas um tinha interesse em começar em uma nova atividade.
O que explica a maior motivação das pessoas para encarar uma transição de carreira são as maiores chances de sucesso. Há mais empregos em diferentes áreas do conhecimento. Além disso, os empregadores não se restringem apenas à sua região geográfica. A internet permite vender o trabalho além das fronteiras de sua cidade e de seu país.
As empresas também estão menos conservadoras. Os recrutadores aprenderam a reconhecer e a valorizar a diversidade de formação. Um exemplo é o do paulistano Ricardo Figueiredo, de 33 anos. Formado em educação física, ele atuou como fotógrafo profissional, analista e gerente de RH e agora trabalha na área comercial online do Google. Ainda assim, mesmo diante do novo cenário, mudar não é uma tarefa fácil. Requer esforço pessoal e alguma reserva financeira.
A seguir, veja seis cuidados que você deve tomar se estiver pensando em mudar de rumo profissional.
Trocar de área faz sentido se estiver alinhado com seu propósito de vida. Isso exige uma alta dose de autoconhecimento:
Tome cuidado para não fazer um movimento impulsivo. Muitos profissionais tomam decisões apressadas que são fundamentadas em dificuldades pessoais, modismo ou num salário mais atraente. É muito fácil se frustrar nesses casos.
O talento é tão importante quanto o desejo. Portanto, analise com cuidado quais são suas habilidades e seu estilo de vida, e se esses fatores estão em sintonia com a opção em mente.
É importante construir uma outra rede de contatos. Muitas vezes, a nova área possui valores e cultura próprios, que levam um tempo longo para ser aprendidos. Cursos e eventos são boas fontes de informação.
Mesmo que você tenha talento para a nova profissão é necessário avaliar a demanda do mercado e, eventualmente, definir etapas intermediárias para implementar o novo rumo.
Uma transição de carreira gera custos que devem ser considerados. É importante verificar se há recursos próprios suficientes para passar pela fase do aprendizado. Isso irá definir se é melhor deixar o atual trabalho e se dedicar plenamente à construção do sonho, ou ir de forma mais gradual, sem abandonar o emprego.
Trocar de carreira pode ser uma opção ou imposição — nova dinâmica de mercado, inserção de nova tecnologia, reengenharia de sua empresa. É importante ter em mente quais são suas competências e onde você pode aportá-las. Nas próximas páginas, você vai conhecer as histórias de pessoas que mudaram em diferentes estágios da vida. Para cada uma das etapas há itens distintos a serem postos na balança.
O planejamento financeiro também é diferente para cada situação. O consultor Gustavo Cerbasi ajuda a esclarecer o que levar em conta nos diferentes momentos da vida. Siga nosso manual, informe-se nas redes sociais, converse com pessoas mais experientes. Mudar e ser feliz está sob seu domínio. Mãos à obra. Sistêmica

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