Palestra Espiritual

6 razões para fazer coaching via internet na Ibc.

Carreira

Mas, será que fazer Palestra na Ibc , é uma bela maneira de aumentar a sua capacidade de executar em um ambiente altamente competitivo. Não só é um treinador de negócios melhorar os pontos fortes da sua empresa, mas também pode ajudá-lo a tornar-se melhor em levando seu negócio de sucesso.

A principal vantagem de fazer Palestra na Ibc é que o acompanhamento é individual, e podemos prosperar rapidamente na nossa carreira ou mesmo vida pessoal.

Quando você considerar este serviço, você está fazendo basicamente uma declaração que você está olhando para o futuro. O que está fazendo quando você contratar um treinador é essencialmente redescobrindo seu potencial e o de sua empresa e fazendo novas medidas no sentido de alcançar isso. É por isso que o Palestra é algo que cada proprietário de negócio lá fora deve considerar. Além disso, confira estes benefícios notáveis:

Vendas

-Ficar de boa para excelente – alguns proprietários de negócios precisam de um curso de liderança ou uma palestra de motivação realmente tem um monte de ir sobre seu trabalho e o negócio são responsáveis para. Com certeza, que eles têm os recursos e habilidades para sustentá-la, podem realmente estabelecer um bom nome para suas marcas e tomar um mercado pela tempestade. No entanto, muitas vezes há uma necessidade de algo um pouco mais que um treinador de negócios pode apresentar. Os ônibus são mais do que capaz de empurrá-lo para chegar a esse objetivo extra e responsabilizá-lo por seu progresso.

Autotreinamento on-line

em Ibc ?

Há tantas coisas que você precisa realizar quando começar um negócio on-line e coaching. Você precisa criar um site impressionante, lançar um blog informativo, atrair tráfego qualificado, aumentar seu ranking da página, etc. Mas se há uma coisa que você não pode tomar concedido iria garantir um status perito em seu nicho escolhido. Obviamente, as pessoas não inscrever com você se não têm provas de que você tem que fazer para realmente ajudá-los.

Abaixo estão algumas dicas sobre como você pode convencer seus clientes potenciais que você está realmente bem informados e que você pode fornecer-lhes com o tipo de informação que eles exigem:

Carrega o seu site com informações surpreendentes. Sempre comece com o seu site. Ao invés de focar também muito do seu espaço e energia em falar sobre seus programas, comprometa-se a dar valor real para seus visitantes. Crie uma seção onde você pode alimentar seus clientes potenciais, com o tipo de informação que estão procurando. Vá para os fóruns e outras comunidades online. Em seguida, compile as perguntas e questões mais prementes que seus potenciais clientes geralmente encontram. Criar artigos contendo respostas e soluções e publicá-las em seu site. Para obter resultados surpreendentes, estar dispostos a compartilhar seus segredos pessoais e dicas. A informação mais atraente que você compartilha, o mais provável, você vai impressionar seus visitantes.

Fórum e blog comentando. Você não pode realmente esperar todos os seus clientes potenciais de exercer um esforço para encontrar seus artigos e blog, certo? O que pode fazer é dar o primeiro passo para fazer essa conexão primeira muito necessária. Vá para os fóruns e blogs, onde eles geralmente se encontram. Ler seus posts e se necessário, dar parecer sobre as questões que eles estão discutindo. Mais uma vez, estar disposto a compartilhar seus segredos e derramar insider dicas e técnicas para que possa impressionar as pessoas e depois levá-los a visitar seu blog e site.

Oferece seminários gratuitos. Se você quiser levar todo o processo para um novo nível, eu diria que organizar seminários curtos mas útil que você pode conduzir via telefone ou através de videoconferência.

Vida A essa necessidade de fugir da mesmice, o sociólogo francês Gilles Lipovetsky dá o nome de “don juanismo”, em alusão ao personagem Don Juan, do espanhol Fray Gabriel Telles, o qual conheceu mais de 1.000 mulheres. Para Gilles, o ser humano é um colecionador de experiências e teme que a vida passe sem que ele aproveite as diversas oportunidades (profissionais inclusive) que estão aí.
“Lutamos contra o tédio”, diz ele. Há também entre as pessoas que integram a força de trabalho hoje uma maior necessidade de encontrar satisfação no emprego. Mais que isso, há um desejo de fazer algo que traga felicidade. “Passamos da época em que o trabalho tinha de ser algo penoso”, explica Tania Casado, professora de comportamento organizacional da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP).
“Ele é uma etapa importante da vida. Por isso, tem de trazer realização.” Um terceiro motivador de mudança está relacionado ao ideal de sucesso, ou melhor, à angústia que muita gente sente por considerar que não se enquadra num estereótipo de vencedor.
“Atualmente, há um exagero de padrões: você precisa ganhar bem, ser conhecido, ser realizado”, diz a filósofa Bia Machado, professora da Casa do Saber, de São Paulo. “Quem não se enquadra fica desnorteado.” A saída, diz Bia, é fazer um processo de autoconhecimento e pensar a carreira no longo prazo. A pergunta a ser respondida é: “O que é bom para mim e só para mim?”.
Encontrar as respostas para essas e outras perguntas não precisa ser um exercício solitário. As redes sociais são um ótimo caminho para conhecer pessoas que já passaram por esse processo. No LinkedIn, dentro do canal Grupos, digitando “transição de carreira” você encontra pelo menos dez referências para comunidades que tratam do assunto. Uma delas é a Espaço dos Saberes, formada por 71 usuários.
Entre eles, orientadores de carreira da consultoria DBM, de São Paulo, que atua no segmento de outplacement, que nada mais é do que a recolocação das pessoas no mercado de trabalho. Entre seus clientes estão as maiores empresas do Brasil. Elas contratam a consultoria quando passam por processos de fusão ou reestruturação interna, com grande número de demissões.
Há alguns anos a DBM percebeu que mais pessoas, executivos em sua maioria, chegavam ao seu escritório querendo encontrar um novo horizonte de trabalho. Então montou um departamento de orientação de carreira. No último ano, quatro em cada dez clientes optaram por mudar de trajetória. Há dez anos, quando o serviço foi iniciado, de cada dez clientes apenas um tinha interesse em começar em uma nova atividade.
O que explica a maior motivação das pessoas para encarar uma transição de carreira são as maiores chances de sucesso. Há mais empregos em diferentes áreas do conhecimento. Além disso, os empregadores não se restringem apenas à sua região geográfica. A internet permite vender o trabalho além das fronteiras de sua cidade e de seu país.
As empresas também estão menos conservadoras. Os recrutadores aprenderam a reconhecer e a valorizar a diversidade de formação. Um exemplo é o do paulistano Ricardo Figueiredo, de 33 anos. Formado em educação física, ele atuou como fotógrafo profissional, analista e gerente de RH e agora trabalha na área comercial online do Google. Ainda assim, mesmo diante do novo cenário, mudar não é uma tarefa fácil. Requer esforço pessoal e alguma reserva financeira.
A seguir, veja seis cuidados que você deve tomar se estiver pensando em mudar de rumo profissional.
Trocar de área faz sentido se estiver alinhado com seu propósito de vida. Isso exige uma alta dose de autoconhecimento:
Tome cuidado para não fazer um movimento impulsivo. Muitos profissionais tomam decisões apressadas que são fundamentadas em dificuldades pessoais, modismo ou num salário mais atraente. É muito fácil se frustrar nesses casos.
O talento é tão importante quanto o desejo. Portanto, analise com cuidado quais são suas habilidades e seu estilo de vida, e se esses fatores estão em sintonia com a opção em mente.
É importante construir uma outra rede de contatos. Muitas vezes, a nova área possui valores e cultura próprios, que levam um tempo longo para ser aprendidos. Cursos e eventos são boas fontes de informação.
Mesmo que você tenha talento para a nova profissão é necessário avaliar a demanda do mercado e, eventualmente, definir etapas intermediárias para implementar o novo rumo.
Uma transição de carreira gera custos que devem ser considerados. É importante verificar se há recursos próprios suficientes para passar pela fase do aprendizado. Isso irá definir se é melhor deixar o atual trabalho e se dedicar plenamente à construção do sonho, ou ir de forma mais gradual, sem abandonar o emprego.
Trocar de carreira pode ser uma opção ou imposição — nova dinâmica de mercado, inserção de nova tecnologia, reengenharia de sua empresa. É importante ter em mente quais são suas competências e onde você pode aportá-las. Nas próximas páginas, você vai conhecer as histórias de pessoas que mudaram em diferentes estágios da vida. Para cada uma das etapas há itens distintos a serem postos na balança.
O planejamento financeiro também é diferente para cada situação. O consultor Gustavo Cerbasi ajuda a esclarecer o que levar em conta nos diferentes momentos da vida. Siga nosso manual, informe-se nas redes sociais, converse com pessoas mais experientes. Mudar e ser feliz está sob seu domínio. Mãos à obra.

Como mudar de carreira?

Sendo o processo de Coaching uma relação onde o Coach e o Coachee (cliente) irão compartilhar uma situação específica trazida como demanda do Cliente, mas que ao mesmo tempo será de total interesse do Coach contribuir para que esta demanda ou objetivo seja alcançado.
É fundamental que o profissional Coach tenha primeiramente a genuína vontade que seu cliente além de alcançar seu objetivo, sinta-se confiante que aquele profissional terá as competências necessárias nesse processo. Referindo-se às competências ou características que um Coach deve ter, a principal delas é desejar promover mudança efetiva, verdadeira e duradoura no outro, e que esta traga satisfação.
Outras características não menos importantes são a capacidade de gerar a autorreflexão e o entendimento de si mesmo (Coachee), da maneira mais ampla possível, no intuito de quebrar auto preconceitos, crenças disfuncionais e limitações.
O próprio Coach deve ter uma postura de “escuta livre e ativa”, também não preconceituosa que impeça a si mesmo entender, compreender as reais necessidades de seu cliente.
Neste caso a atenção focada, aberta e coberta de empatia e acolhimento irá manter a condição básica e essencial que é a confiança e o respeito do início ao fim do processo. Podemos dizer ainda, que o profissional Coach deve ter a capacidade de instigar, perceber amplamente e, sobretudo, acreditar no potencial de quem está à sua frente. Além de manter sempre uma comunicação clara, assertiva e eficaz.
Sendo assim, para obtenção de resultados consistentes no processo de Coaching dependerá invariavelmente do Coachee.
No entanto, fica evidenciado que o profissional Coach tem características próprias e específicas que traduzem o papel apropriado para desenvolver o trabalho de Coaching, o que também influenciará no efetivo resultado. A Distancia

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